Tatiana Blass

São Paulo, SP, 1979


Tatiana Blass analisa os efeitos da passagem do tempo sobre os objetos e mumifica os corpos nos exatos momentos de sua transformação. Com a obra Metade da fala no chão – Piano surdo, Tatiana Blass se apresentou na 29ª Bienal de São Paulo, causando grande visibilidade sobre a sua obra: um piano de cauda recebeu, enquanto tocado, um derramamento de cera líquida em suas cordas. O instrumento petrificado na Bienal na forma de escultura representava seu silêncio irreversível.


Em 2012, a artista enterrou um carro em frente à Galeria Millan, mobilizando a própria mobilidade. Casos paradigmáticos são suas pinturas de palcos quase vazios e suas instalações em que esculturas moldadas em parafina derretem sob a luz de holofotes.

Globo da morte

Globo da morte

Moto e canos de metal

400 x 300 x 80 cm

2008