Tunga

Palmares, PE, 1952


O Pavilhão exclusivo de Tunga no Instituto Inhotim é dedicado ao artista não só pela sua relevância, mas também por ter sido o maior responsável por aconselhar Bernardo Paz (1949), proprietário do museu, a investir em arte contemporânea. True Rouge, obra de Tunga, foi a primeira a integrar o acervo do museu.


Artista multimidiático, com incursões em desenho, escultura, instalação, vídeo e performance, tem, desde a década de 1970, um diálogo intenso com artistas como Waltércio Caldas, Cildo Meirelles, José Resende e Ronaldo Brito. Tunga fez exposições nos espaços mais reconhecidos mundialmente, como o PS1 - MoMA, de Nova York, e a pirâmide do Louvre, em Paris, e terá sua obra exposta na próxima Bienal de São Paulo. O tema da 31ª Bienal, Como Falar de Coisas Que Não Existem, vai de encontro com as produções de Tunga, que constrói mundos inexistentes através do seu trabalho.

Les bijoux de Madame de Sade

Les bijoux de Madame de Sade

Bronze

16 x 50 x 47 cm

1983/11